Abro espaço para convidar, vocês, brasileiros e brasileiras, pretos e brancos, católicos e evangélicos, patrões e empregados, estudados e não estudados, maduros, em formação e imaturos para um grande pacto nacional de reconciliação que nos traga de volta o sorriso no rosto, a vontade de conversar, de contar piadas, de dividirmos o prato, como fazíamos antes
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ROMANCE EM CONSTRUÇÃO: Pois se não fora um açougueiro...
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Bruxelas, é a terra das bruxas? Não tinha outro nome, não? É que todas as vezes que paro para escrever me lembro de bruxas feias, narigudas, velhas de toucas, com uma vassoura na mão, como se elas não tivessem sido jovens, lindas e atraentes. Uma ou outra aparece linda maravilhosa, mas intocável pelo medo que se impôs contra elas, coitadas. Também, se alguém quisesse desgraçar a vida de uma mulher, bastava denunciá-la ao pároco e o inferno começava para elas. Me dá pena, quando vejo, hoje, as mulheres se deixarem ofender por supostos cantores e compositores. É a lógica da mulher-bruxa que ainda impera. É a ditadura do macho! É, longe está, parece, da mulher se livrar destas correntes, mesmo em países ditos civilizados.