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                             O Manneken Pis, o curumim belga, tão pequititito,  61 centímetros, urinou em mia cabeça e eu nada fiz. Ah, mulequim, ah se te pego! T’arranco esta pitoca! Por falar pitoca, vou atravessar a fronteira do México e mijar na cabeça de mister Trombeta, quero ver se ele é macho mermo.
                     Bruxelas, é a terra das bruxas? Não tinha outro nome, não? É que todas as vezes que paro para escrever me lembro de bruxas feias, narigudas, velhas de toucas, com uma vassoura na mão, como se elas não tivessem sido jovens, lindas e atraentes. Uma ou outra aparece linda maravilhosa, mas intocável pelo medo que se impôs contra elas, coitadas. Também, se alguém quisesse desgraçar a vida de uma mulher, bastava denunciá-la ao pároco e o inferno começava para elas. Me dá pena, quando vejo, hoje, as mulheres se deixarem ofender por supostos cantores e compositores.  É a lógica da mulher-bruxa que ainda impera. É a ditadura do macho! É, longe está, parece, da mulher se livrar destas correntes, mesmo em países ditos  civilizados. 

QUE É DEMOCRACIA?

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ÁRVORES SE DESPEDEM NA CIDADE

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NOITE NA PRAÇA

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A LUTA DE TODOS NÓS

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